O governo australiano tem diferentes tipos de vistos temporários ou permanentes de trabalho, que permitem lidar com dois tipos de situações:
- Possibilitam que os empregadores australianos recrutem trabalhadores estrangeiros quando há vagas no mercado de trabalho que não podem ser preenchidas por pessoas que já têm uma permissão de residência..
- Possibilitam que as pessoas que queiram entrar na Austrália para trabalhar por um prazo limitado possam fazê-lo sem solicitar um visto de residência permanente, sempre que cumprirem com os requisitos para cada categoria de visto.
Portanto, quando uma empresa australiana quer recrutar pessoal no exterior ou uma pessoa quer trabalhar na Austrália por um período limitado, deve se solicitar um visto temporário apropriado para essa finalidade.
Embora os vistos de estudante permitam que os estudantes trabalhem uma quantidade de horas limitadas durante seus estudos para obter experiência complementar e financiar parte das suas despesas, o objetivo do visto de estudante não é trabalhar.
Conforme o tipo de trabalho a ser executado e a nacionalidade do candidato, existem basicamente três tipos de vistos temporários que permitem trabalhar na Austrália:
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Esta é uma autorização de trabalho de até quatro anos de duração. Para obter este visto, sempre é necessário que uma empresa estabelecida na Austrália esteja disposta a contratar e patrocinar a pessoa para atuar em trabalhos qualificados..
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As empresas estabelecidas na Austrália podem optar por patrocinar o visto permanente de um funcionário sempre que puderem justificar perante o governo a necessidade deste tipo de perfil profissional.
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O objetivo destes vistos é que jovens menores de 31 anos visitem a Austrália para passar as férias, mas que possam trabalhar ocasionalmente durante esse período. Estes vistos somente podem ser solicitados por pessoas de algumas nacionalidades.
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Este visto contempla diferentes subcategorias de vistos destinados para aquelas pessoas que devem entrar na Austrália para realizar tarefas muito específicas, como, por exemplo, ministrar aulas em uma universidade, participar em espetáculos e eventos artísticos ou esportivos, ou realizar tarefas religiosas, entre outras, que o governo australiano não considere estritamente como “trabalho”.
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